Segundo
relator, legislativo não pode reduzir direitos dos indígenas
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| Foto: FELLIPE SAMPAIO/STF |
Mendes
é relator do processo, que entrou em plenário virtual nesta segunda-feira (15).
Para
Gilmar Mendes, o legislativo não pode reduzir os direitos protegidos dos povos
indígenas na Carta Magna.
O
magistrado também determinou que todas as demarcações de terras indígenas devem
ser concluídas no prazo de dez anos.
O
ministro Flavio Dino acompanhou o relator e também votou pela
inconstitucionalidade. Dino afirmou que as demarcações independem da existência
de um marco temporal.
Os
outros oito ministros do STF podem votar até esta quinta-feira, dia 18.
Em
2023, o Supremo declarou a proposta de marco temporal como inconstitucional.
Mas um projeto de lei aprovado pelo Congresso tentou restringir esse direito
dos indígenas, limitando a possibilidade de demarcação para terras que estavam
em posse desses povos até 5 de outubro de 1988.
Em
outra ofensiva do Congresso, o Senado aprovou, na semana passada, uma emenda
constitucional para inserir o marco temporal na Carta Magna do país, em mais um
embate com o STF. A proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos
Deputados.
Por:
Gésio Passos/Rádio Nacional
Fone:
Radioagência Nacional

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