Recurso
permite que responsáveis monitorem a conta da criança
Pela
nova funcionalidade, que estará disponível nos próximos meses, o adulto poderá
decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta da criança ou
adolescente e de quais grupos o menor poderá participar.
Além
disso, pais poderão analisar pedidos de contato de números desconhecidos e
gerenciar as configurações de privacidade da conta.
Para
configurar a ferramenta, que começa a ser testada, os aparelhos do responsável
e do menor de idade deverão estar lado a lado para vincular as contas. No
aplicativo, na aba 'mais opções', é preciso selecionar o campo 'criar conta
gerenciada por pai, mãe ou responsável'.
Seguindo
o passo a passo, será gerado um PIN de seis dígitos para fazer as mudanças no
celular da criança ou adolescente.
Segundo
a Meta, empresa que controla o WhatsApp, o conteúdo das conversas continuará
privado e protegido com criptografia de ponta a ponta, de modo que nem os pais
nem a própria plataforma conseguirão ter acesso.
As
ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais têm
sido objeto de preocupação ao redor do mundo.
No
Brasil, a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente está em processo
de implementação. A norma entra em vigor em 18 de março e obriga as plataformas
digitais a tomarem medidas para prevenir riscos de crianças e adolescentes
acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas
etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio
e jogos de azar.
Por:
Daniella Longuinho/Nacional com informações da Agência Brasil
Fonte:
Radioagência Nacional




















