Vítima foi sequestrada e agredida com arma branca
por integrantes de organização criminosa que a acusavam de repassar informações
à polícia. Um suspeito foi preso.
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| Fotos: Divulgação |
Segundo
relato da vítima, ela estava no Bairro Viena, por volta das 15 horas, quando
foi abordada por ocupantes de um veículo vermelho e levada à força para a
região do Buriti. Em uma residência utilizada como cativeiro, a adolescente
passou a ser torturada pelos criminosos. Enquanto um dos suspeitos desferia os
golpes contra a vítima, outro registrava as agressões em vídeo.
Equipes
da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar,
iniciaram buscas para tentar localizar a vítima. A adolescente foi encontrada
por volta das 16h, após fingir estar morta e conseguir escapar do imóvel.
Ela
procurou abrigo na residência de um morador da área até ser socorrida pelo
Corpo de Bombeiros com apoio da Polícia Militar e encaminhada ao Hospital
Regional Público da Transamazônica. Apesar dos ferimentos em diversas partes do
corpo, o estado de saúde dela é estável e não há risco de morte.
De
acordo com o delegado Estefano Alves, a atuação conjunta da Polícia Militar e
da 4ª Companhia Independente de Missões Especiais (Cime) foi decisiva para
localizar e prender um dos envolvidos poucas horas depois. Nome e idade dele
não foram divulgados.
Conforme
as investigações, a adolescente, que mantém relacionamento com outro jovem de
17 anos, estaria sendo “julgada” pela facção sob acusação de repassar
informações da organização criminosa à polícia.
Ainda
segundo a investigação, os criminosos deixaram o local acreditando que a vítima
havia morrido, momento em que ela aproveitou para fugir do cativeiro.
A
Polícia Civil de Altamira continua investigando o caso para identificar e
localizar os demais envolvidos na ação criminosa. Um rádio comunicador foi
apreendido.
Fonte: Correio Carajás








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