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| Foto: Naldo Oliveira/TV Vale do Xingu |
De acordo com as
manifestantes, o ato faz parte de uma série de mobilizações que buscam cobrar
um posicionamento oficial da Fundação Nacional dos Povos Indígenas sobre a
suspensão definitiva do projeto. O movimento teve início com a ocupação do
prédio da Funai em Altamira e ganhou força nos últimos dias com a adesão de
lideranças masculinas.
Atualmente,
representantes de pelo menos nove etnias participam da mobilização em defesa do
território e dos direitos dos povos indígenas da região do Médio Xingu.
No último dia 7 de
março, homens das comunidades também se uniram ao protesto, ampliando a
mobilização. Na mesma data, o grupo chegou a bloquear temporariamente a via de
acesso ao prédio da Funai em Altamira, que foi liberada poucas horas depois
após a informação de que uma reunião remota seria realizada no dia 10.
Desta vez, porém, as
lideranças afirmam que não pretendem liberar o acesso ao aeroporto enquanto não
houver uma resposta concreta da Funai em Brasília sobre o futuro do projeto de
mineração. O movimento reforça a pressão sobre o governo federal para que se
posicione oficialmente sobre a instalação do empreendimento na região do Médio
Xingu.
Com informações do Confirma
Notícias

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