Ministro
Ricardo Lewandowski falou sobre a megaoperação realizada hoje
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| © MJSP/REPRODUÇÃO |
“Não
recebi nenhum pedido do governador do Rio de Janeiro, enquanto ministro da
Justiça e Segurança Pública, para esta operação, nem ontem, nem hoje,
absolutamente nada”.
Lewandowski
comentou o assunto durante cerimônia na Assembleia Legislativa do Ceará, onde
recebeu o título de Cidadão Cearense. O ministro prestou solidariedade às
famílias dos policiais mortos e de pessoas inocentes também mortas na operação.
“Lamentavelmente
morreram agentes de segurança pública. E pior ainda, pessoas comuns, pessoas
inocentes, é de se lamentar isto. Agora, eu queria enfatizar que o combate à
criminalidade, seja ela comum, seja ela organizada, se faz com planejamento,
com inteligência, com coordenação das forças. Enfim, não posso julgar porque
não estou sentado na cadeira do governador.”
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| 28.10.25 - Policiais militares prendem suspeitos durante operação no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro - REUTERS/Aline Massuca/Proibida reprodução |
“A
GLO é uma operação complexa, está prevista na Constituição Federal [...]. E um
dos requisitos, ou uma das pré-condições, é que os governadores reconheçam a
falência dos órgãos de segurança nacional e transfiram, então, as operações de
segurança para o governo federal, mais especificamente para as Forças Armadas”.
Na
avaliação de Lewandowski, o governo federal tem cumprido seu dever ao
apresentar soluções sistemáticas e estruturantes na área da segurança pública,
como a apresentação da PEC da Segurança Pública, que já tramita no Congresso,
e, mais recentemente, o chamado Projeto de Lei Anti-Facção.
Em nota,
o Ministério da Justiça informou que, desde 2023, atua no estado do Rio de
Janeiro por meio da Força Nacional de Segurança Pública, e que tem atendido a
todos os pedidos do governo do Estado. A nota destaca que, somente em 2025, a
Polícia Federal realizou mais de 178 operações no estado, com mais de 200
prisões.
Por:
Pedro Lacerda/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional


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