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| Chegada dos suspeitos à delegacia |
Em
entrevista à imprensa, o delegado Lealdo de Araújo Neto,
responsável pelas investigações, detalhou como a polícia chegou aos autores do
crime. Segundo ele, o professor não era o alvo dos criminosos. A intenção dos
suspeitos seria executar um homem conhecido pelo apelido de “Ceguinho”,
apontado como envolvido com o tráfico de drogas.
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| Professor João Prado foi assassinado a tiro em fevereiro de 2025 |
De
acordo com as investigações, dois homens em uma motocicleta efetuaram diversos
disparos em via pública. O alvo sobreviveu, mas um dos tiros atingiu fatalmente
o professor João Prado, que estava próximo ao local no momento do atentado.
Após
meses de investigação, a Polícia Civil identificou os envolvidos e obteve
mandados de prisão. Três suspeitos foram localizados e presos durante uma
operação realizada em uma residência utilizada para a comercialização de
entorpecentes. No local, também foram apreendidas porções de crack e cocaína,
resultando em autuação por tráfico de drogas.
O
delegado destacou que o trabalho investigativo permitiu esclarecer
completamente o caso. Após audiência de custódia, os suspeitos foram
encaminhados ao presídio de Vitória do Xingu, onde permanecem à disposição da Justiça.
“Logo
após o crime nós demos início as investigações e conseguimos chegar na
identificação dos suspeitos, fizemos as representações para a autoridade
judiciária, foram deferidos mandados de prisão em março de 2026, nós cumprimos
na época, buscas em diversos endereços, mas só conseguimos cumprir na época
apenas um mandado de prisão, os outros dois suspeitos estavam foragidos até a
última quarta-feira quando nós tomamos conhecimento de que eles estavam numa
casa comercializando drogas, então fizemos campana, abordagem e felizmente
conseguimos captura-los. Além de cumprir os mandados de prisão preventivas
deles, também conseguimos apreender drogas na residência, como crack e cocaína.
Então nós autuamos eles em flagrante, já passaram por audiência de custódia na
manhã dessa sexta-feira (05 de junho) e já foram encaminhados para o presídio
de Vitória do Xingu. O caso está solucionado. Agora é com a Justiça”, afirmou o
delegado Lealdo Neto.
Com a conclusão das investigações, um dos casos mais marcantes da história recente de Uruará entra agora em uma nova fase: a do julgamento e responsabilização dos acusados perante a Justiça.


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