Cotas
abrangem cerca de 4% do total das exportações brasileiras
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| © UNIÃO EUROPEIA/MERCOSUL |
Esses
limites, chamados de cotas tarifárias, são quantidades máximas de algumas
mercadorias que podem ser importadas ou exportadas com imposto reduzido ou até
zerado.
Volumes
que ultrapassarem essas cotas também podem ser comercializados, mas sem o
benefício tarifário.
Segundo
o governo, as cotas abrangem cerca de 4% do total das exportações brasileiras e
apenas 0,3% das importações.
Na
prática, os percentuais indicam que a maior parte do comércio entre Mercosul e
União Europeia vai acontecer sem limite de quantidade, com redução ou
eliminação integral de tarifas.
Do
lado brasileiro, entram nas cotas de exportações produtos considerados
estratégicos, como carne, açúcar, etanol, arroz, milho, mel, ovos e bebidas,
como a cachaça.
Nas
importações, aparecem itens como automóveis, laticínios, alho, chocolates e
produtos de confeitaria.
De
acordo com o Governo Federal, a divisão das cotas entre os países do Mercosul
ainda está em negociação.
Até
a definição conjunta, cada país segue com seus próprios procedimentos, sem
mudança nos volumes negociados nem no acesso aos benefícios do acordo.
Por
enquanto, o acordo está em vigor provisoriamente. Isso porque o Parlamento
Europeu resolveu levar o tratado à Justiça para avaliar incompatibilidades ou
possibilidades de perdas, principalmente para o setor agrícola de países da
Europa.
Por:
Oussama El Ghaouri/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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