Decisão
foi tomada pela Comissão de Ética; ainda cabe recurso
![]() |
| © LULA MARQUES/AGÊNCIA BRASIL. |
A
punição veio oito meses depois da ocupação por um grupo de parlamentares da
Mesa da Câmara, pedindo a votação da proposta da anistia e protestando contra a
prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com isso, foram mais de 30 horas de
suspensão das votações na Casa com direito à bate boca, briga e empurra empurra.
O
deputado Marcos Pollon sentou na cadeira do presidente e impediu o retorno de
Hugo Motta ao lugar. Marcel Van Hatten ocupou outra cadeira do lado dele e Zé
Trovão fez uma barreira, impedindo com o corpo a chegada de Motta ao seu lugar.
Na
defesa, os três falaram em perseguição política, disseram que não podiam se
omitir naquele momento e criticaram aspectos técnicos do processo. Também
disseram que acreditam na reversão da punição quando o recurso for votado em
plenário.
A
punição sugerida pela Mesa Diretora era de 30 dias, mas o relator, deputado
Moses Rodrigues (União-CE), entendeu que houve quebra de decoro e aumentou a
pena para 60 dias.
A
suspensão não é a perda do mandato, é apenas a proibição para que eles
participem de votações e discussões. Eles também ficam sem salário durante esse
período.
Ainda
cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e posterior análise pelo
plenário.
Por:
Priscilla Mazenotti/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

Nenhum comentário:
Postar um comentário