Um idoso identificado como Um idoso identificado como Jordão Carlos e Silva, de 63 anos, morreu após sofrer um mal súbito na manhã desta quarta-feira, 8 de abril de 2026, em uma calçada localizada atrás do Mercado Municipal, no centro de Altamira, no sudoeste do Pará.
De acordo com informações
repassadas por testemunhas à reportagem, o idoso, que era bastante conhecido na
região do mercado, chegou ao local por volta das 7h30 em sua motocicleta. Após
tomar um café em um estabelecimento próximo, ele teria acendido um cigarro e
sentado em um banco sob uma árvore na calçada. Pouco tempo depois, começou a
passar mal e acabou desmaiando.
O Corpo de Bombeiros foi
acionado imediatamente e uma guarnição de socorro esteve no local para prestar
atendimento. Mesmo com várias tentativas de reanimação, utilizando técnicas de
primeiros socorros e até um desfibrilador, a vítima não reagiu e teve o óbito
constatado ainda no local.
A Guarda Municipal realizou
o isolamento da área para preservar o corpo até a chegada dos procedimentos
necessários. No entanto, segundo relatos, alguns curiosos desrespeitaram o
isolamento e tentaram se aproximar do local.
Como nenhum familiar
apareceu no momento da ocorrência, a motocicleta do idoso foi recolhida pelo
Demutran e encaminhada ao pátio do órgão. Já os pertences e valores encontrados
com a vítima foram recolhidos pela Guarda Municipal e entregues à Delegacia de
Polícia Civil, onde foi registrado um boletim de ocorrência.
Após cerca de quatro horas e
meia, a assistência social do município esteve no local e acionou uma funerária
para realizar a remoção do corpo, que foi encaminhado ao necrotério do Hospital
Geral de Altamira, no bairro Mutirão.
Segundo informações de
conhecidos, Jordão Carlos e Silva era considerado um pioneiro na
cidade, onde morava há muitos anos. Ele trabalhava no Mercado
Municipoal como vendedor ambulante e também realizava consertos de relógios.
Amigos relataram ainda que o idoso não costumava falar sobre familiares e não
havia informações sobre parentes vivendo na cidade.
Com Informações do Facebook Carlos Calça

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