sábado, 7 de março de 2026

MOVIMENTO DIREITA XINGU REALIZA CAMINHADA DE 100 KM EM DEFESA DA REGIÃO DA TRANSAMAZÔNICA

Um grupo de aproximadamente 30 pessoas, ligado ao movimento Direita Xingu, está realizando uma caminhada de cerca de 100 quilômetros entre os municípios de Medicilândia e Uruará, no sudoeste do Pará.

O trajeto teve início na última quinta-feira, com saída de Medicilândia. No primeiro dia de percurso, os participantes caminharam cerca de 30 quilômetros, encerrando a jornada na agrovila União da Floresta, localizada no quilômetro 120 da rodovia Transamazônica (BR-230).

Na sexta-feira, dia 6, o grupo retomou a caminhada e conseguiu avançar até a comunidade Vila Alvorada, no quilômetro 140, onde pernoitou na Fazenda Panorama.

Já neste sábado, os participantes voltaram à estrada por volta das 9 horas, seguindo em direção ao município de Uruará. A expectativa dos organizadores é chegar à Praça da Bíblia, no centro da cidade, na manhã de domingo.

O grupo é formado por empresários, produtores rurais, autônomos e profissionais de diferentes áreas. Entre os participantes estão o empresário e ex-candidato a prefeito de Altamira, Mázio Bandeira, a produtora rural de Redenção, Geny Silva, e o publicitário Marth Uchôa, que também atua como secretário do movimento Direita Xingu.

Segundo os organizadores, a iniciativa foi inspirada em outras mobilizações semelhantes realizadas no país, como a caminhada promovida pelo deputado federal Nicolas Ferreira, que percorreu um trajeto entre Minas Gerais e a capital federal.

De acordo com o movimento Direita Xingu, um dos principais objetivos da caminhada é chamar a atenção para a situação da rodovia Transamazônica, além de demonstrar união na busca por soluções para problemas históricos que afetam a região do Xingu.

Marth Uchôa destacou que o grupo tem sido bem recebido pelas comunidades ao longo do trajeto. “Por onde estamos passando, estamos sendo muito bem recebidos. Isso demonstra que estamos alcançando o nosso objetivo, que é mostrar união e sensibilizar as pessoas para os problemas da nossa região”, afirmou.

Ele também ressaltou que é momento de buscar soluções concretas para demandas antigas da região, como o asfaltamento da rodovia Transamazônica e a ampliação da oferta de leitos no Hospital Regional Público da Transamazônica, entre outras necessidades. “A gente se acostumou com esse problema, e isso não é normal. Precisamos mudar essa realidade”, concluiu.

Fonte: A Voz Xingu

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