O que acontece na
Transamazônica é, no mínimo, revoltante!
A ponte sobre o rio
Leitoso, conhecida como ponte do Boiaçú, no quilômetro 999 da BR-230, em
Rurópolis, voltou a ser danificada após sofrer cortes provocados por
motosserra. A estrutura, já precária, teve sua segurança ainda mais
comprometida.
Motoristas e
moradores vivem com medo. Quem passa pelo local sabe do risco. Caminhões,
ônibus, carros e motocicletas continuam sendo obrigados a atravessar uma ponte
de madeira que não oferece segurança.
E o mais grave:
essa não é a primeira vez que a ponte apresenta problemas.
Em 2025, cansados
do abandono, moradores do bairro Leitoso realizaram um protesto e atearam fogo
na ponte de madeira. Um ato extremo, resultado do desespero de uma população
que se sente esquecida pelo poder público.
Enquanto isso, uma
ponte de concreto, moderna, construída há cerca de três anos, segue sem ser
utilizada. O motivo? Falta de encabeçamento. Ou seja, a obra está pronta, mas o
DNIT não concluiu o acesso necessário para que a população possa usá-la.
É inaceitável! Uma
ponte nova, pronta, parada. E o povo, exposto ao risco todos os dias.
Até quando a
população de Rurópolis vai esperar?
Até o momento, não
há informações sobre os responsáveis pelos cortes recentes. O caso deve ser
investigado, mas a verdadeira pergunta é: quem vai assumir a responsabilidade
por essa situação?
Seguimos acompanhando o caso e cobrando providências. A Transamazônica não pode continuar sendo símbolo de abandono.

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