Ministro
considerou que houve melhora no quadro clínico após cirurgias
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| FOTO: ROSINEI COUTINHO/STF |
Para
o ministro, a defesa não apresentou fatos novos que motivassem uma mudança na
modalidade da prisão. Na decisão, Moraes enfatiza que há total ausência de
requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar, principalmente após
reiterados descumprimentos de medidas cautelares visando uma possível fuga,
inclusive com a destruição da tornozeleira eletrônica.
Bolsonaro
está internado desde o dia 24 de dezembro no hospital DF Star, na capital
federal.
Ele
passou por cirurgias para a correção de uma hérnia inguinal e para tratar uma
crise de soluços.
No
pedido de prisão domiciliar humanitária, os advogados do ex-presidente alegaram
que o retorno ao regime fechado poderia agravar o estado de saúde de Bolsonaro,
expondo-o a riscos médicos evitáveis. No entanto, para Alexandre de Moraes, não
houve agravamento da saúde do ex-presidente, mas sim melhora no quadro clínico
após a realização das cirurgias.
Ainda
segundo o ministro, todas as prescrições médicas podem ser seguidas na
Superintendência da PF, sem qualquer prejuízo à saúde do custodiado. Na
decisão, Moraes lembrou que desde o início do cumprimento da pena, autorizou
plantão médico 24 horas, acesso integral de médicos e fisioterapeutas,
fornecimento de medicamentos e entrega de comida por familiares.
Nesta
quinta-feira, o ex-presidente passa por uma nova avaliação médica e, se não
houver complicações, receberá alta.
Por:
Renato Ribeiro/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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