Condições
envolvem influência geopolítica, petróleo e guerra às drogas
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| FOTO: REUTERS/JONATHAN ERNST /PROIBIDA REPRODUÇÃO |
A
primeira condição é a Venezuela deixar de ser área de influência de países
rivais, como Irã, Rússia, Cuba e China.
Rubio
acusou a indústria petrolífera de ser controlada por "adversários dos
EUA". Os norte-americano também condicionaram a diminuição da pressão à
interrupção do que Rubio chamou de "cooperação" com o tráfico de
drogas.
Além
disso, Rubio apontou a necessidade de parar a migração em massa de venezuelanos
para outros países, como Brasil e Colômbia. Se essas condições não forem
atendidas, os Estados Unidos ameaçaram continuar apreendendo os navios de
petróleo da Venezuela.
O
diálogo será estabelecido com a presidente interina da Venezuela, Delcy
Rodriguez. Rubio declarou que, embora admire a líder da oposição Maria Corina
Machado, a realidade exige lidar com quem detém o controle. Questionado sobre a
realização de eleições, Rubio respondeu que essa discussão ainda é
"prematura".
Já o
prefeito de Nova York, o democrata Zohran Mamdani, criticou o que considera ser
“um ato de guerra” da administração do republicano Donald Trump contra a
Venezuela. Em coletiva no sábado, Mamdani disse ter tido uma conversa
telefônica “franca e direta” com Trump, a quem transmitiu o seu desacordo na
"insistência em uma mudança de regime" na Venezuela.
Mamdani,
que tomou posse na última quinta-feira (1°), lembrou que “atacar
unilateralmente uma nação soberana é um ato de guerra e uma violação da lei
federal e internacional”.
POR:
Gabriel Corrêa/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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