Alessandro
Stefanutto foi exonerado após fraudes serem descobertas
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| © LULA MARQUES/ AGÊNCIA BRAASIL. |
Essa
operação é aquela que investiga um esquema de descontos associativos não
autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.
Em
nota, a defesa de Alessandro Stefanutto disse que não teve acesso à decisão e
que se trata de uma prisão ilegal. A defesa sustenta que seu cliente “não tem
causado nenhum tipo de embaraço à apuração”. E prometeu tomar providências
necessárias e provar a inocência de Stefanutto.
Então
presidente do INSS, Alessandro Stefanutto foi exonerado do cargo em abril, logo
após a Operação Sem Desconto revelar as fraudes contra beneficiários do
Instituto.
Além
do ex-presidente, a PF cumpre hoje outros nove mandados de prisão e 63 de busca
e apreensão no Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná,
Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São
Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal.
A
polícia investiga os crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais,
organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva,
além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial.
Segundo
cálculo da Controladoria Geral da União, as entidades investigadas descontaram
de aposentados e pensionistas mais de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024. À época,
pelo menos seis servidores técnicos do Seguro Social do INSS foram afastados de
suas funções.
Por:
Priscila Thereso/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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