Padronização
pode influenciar no processo de vacinação contra a doença
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| © MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL |
Na
prática, essa nova nomenclatura, que já vem inclusive sendo aplicada, pode influenciar
de forma indireta o processo de vacinação contra a doença.
O
novo sistema identifica mutações específicas que definem cada linhagem e, de
acordo com o estudo, o monitoramento contínuo das linhagens permite detectar
precocemente variantes com potencial de escape imunológico e avaliar se há
impacto na eficácia vacinal, além de oferecer uma base científica para ajustar
futuras formulações de vacinas de forma mais precisa.
Outra
boa notícia é que é possível identificar a região em que um tipo do vírus
circula e, assim, se ele surgir em outro continente. Isso indicaria nova rota
de introdução, permitindo uma resposta rápida das autoridades sanitárias. Em
2024, os países onde circulam os quatro sorotipos de dengue notificaram mais de
13 milhões de casos.
O
Brasil foi o país com o maior número, 10,2 milhões, seguido pela Argentina,
México, Colômbia e Paraguai, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde.
A
dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti e que, segundo a
Organização Mundial da Saúde, coloca em risco mais de 100 milhões de pessoas
por ano no mundo, especialmente em países tropicais, como o Brasil.
Por:
Cristiane Ribeiro/Rádio Nacional
Fonte: Radioagência Nacional com informações da Agência Brasil

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