“Profeta Santini” mantinha escritórios em Niterói e São Gonçalo para se aproximar dos fiés nas redes sociais e cobrava até R$ 1.500 por promessas de cura e milagres.
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| Operação Blasfêmia levou a Polícia à Casa dos Milagres, em Niterói. Foto: Reprodução/Bom Dia Rio |
Santini estava em casa,
em um condomínio na Barra Olímpica. No local, foram apreendidos computadores,
documentos, celulares e dinheiro em espécie. Ao todo, 23 pessoas foram
denunciadas pelos crimes de estelionato,
charlatanismo, curandeirismo, associação criminosa, falsa identidade, crime
contra a economia popular, corrupção de menores e lavagem de dinheiro.
Santini tem 9 milhões de
seguidores nas redes sociais, onde divulgava vídeos de mensagens religiosas com
números de telefone e links para grupos no WhatsApp. O grupo operava a partir
de escritórios de telemarketing em Niterói e São Gonçalo, onde trabalhavam pelo
menos 70 atendentes, que muitas vezes se passavam por
Segundo o delegado Luiz Henrique
Marques, o dinheiro dessas contribuições não ia para conta da igreja, conhecida
como Casa dos Milagres, mas para as contas de integrantes do grupo.
Fonte: A Seguir Niterói por Niterói

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