Parlamentar
está nos EUA há oito meses e pode perder mandato
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| Foto: © PAOLA DE ORTE/AGÊNCIA BRASIL |
O
entendimento do presidente da Casa foi o de que, primeiro: um afastamento não
comunicado à Presidência da Câmara não pode ser considerado uma missão
autorizada. E, segundo: a ausência física de Eduardo Bolsonaro do Brasil o
impede de exercer atividades essenciais da função de forma remota, como
orientação de bancada, atuação em plenário e uso de tempo de líder.
A
Constituição e o Regimento Interno da Câmara determinam que parlamentares
ausentes em mais de um terço das sessões da Casa sem estar de licença ou missão
autorizada, devem perder o mandato. Eduardo Bolsonaro está morando nos Estados
Unidos há oito meses. No último dia 16, o PL indicou o parlamentar para líder
da minoria como uma forma dele preservar o mandato mesmo estando fora.
Hoje,
o Conselho de Ética se reúne para definir a situação dele, que pode perder o
mandato. É uma ação do PT que acusa Eduardo de estar trabalhando "de forma
reiterada contra as instituições brasileiras". Na reunião desta tarde, o
Conselho vai instaurar o processo e escolher o relator a partir de uma lista
tríplice.
Por:
Priscilla Mazenotti/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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