Advogados
classificaram as penas como excessivas e desproporcionais
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| © MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL |
A
defesa de Bolsonaro afirmou que recorrerá da decisão, inclusive em âmbito
internacional.
Os
advogados classificaram as penas como “absurdamente excessivas e
desproporcionais” e continuarão defendendo que jamais houve participação em uma
tentativa de golpe de Estado.
O
senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, criticou o Supremo Tribunal
Federal e o ministro Alexandre de Moraes.
O
senador afirmou que o “jogo ainda não acabou” e pediu anistia ampla.
Aliados
também reagiram ao julgamento.
Para
o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, Bolsonaro foi condenado sem
provas, em uma sentença injusta e com penas desproporcionais.
O
governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse que a decisão acirra as
tensões políticas nacionais e aprofunda a divisão entre os brasileiros.
Por
outro lado, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi
Hoffmann, lembrou o voto de Bolsonaro na sessão de impeachment da ex-presidente
Dilma Rousseff.
Segundo
Gleisi, é o curso da história punindo quem defendeu a ditadura, uma lembrança
para homenagear quem lutou corajosamente contra o arbítrio e a injustiça".
O
líder do governo no Senado, Jaques Wagner, afirmou que a anistia serve para
encerrar conflitos e conciliar lados, não para absolver quem tentou quebrar as
instituições e atacar o povo brasileiro.
Por:
Raíssa Saraiva/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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