Advogada
Viviane Barci também está proibida de entrar nos EUA
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| foto: © RICARDO STUCKERT/PR |
A
decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do
Tesouro dos Estados Unidos nesta segunda-feira (22), quase dois meses depois
que o ministro Alexandre de Moraes foi sancionado por Donald Trump.
Segundo
o texto, além da proibição de entrar no país, todos os bens de Viviane Barci
nos Estados Unidos (se houver) ficam bloqueados e nenhum cidadão do país
norte-americano pode fazer negócios com ela. Viviane de Moraes também fica
proibida de ter cartão de crédito com bandeira dos Estados Unidos e conta
bancária no país. Assim como o marido, fica proibida de ter visto para os
Estados Unidos.
No
mesmo documento, foi sancionada a empresa de advocacia da família, Lex
Instituto de Estudos Jurídicos, que fica em São Paulo, da qual Viviane de
Moraes também é proprietária.
A
Lei Magnitsky normalmente é usada para punir pessoas ligadas a graves violações
de direitos humanos e já foi usada contra ditadores no passado. Dessa vez,
Trump acionou a norma para punir ministros da Suprema Corte brasileira, por não
terem cedido às pressões dele de anular o julgamento dos envolvidos na trama
golpista.
A
decisão desta segunda ocorre 11 dias depois que a Primeira Turma do Supremo
condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão por
participação em tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes.
Por:
Sayonara Moreno/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional
















