Projeto
aplica uma das práticas mais rotineiras no dia a dia do paraense e transforma
hora da soneca em tratamento
![]() |
| Foto: Ascom/ HRPT |
![]() |
| Aghata, 2 meses, acordando depois da soneca na rede Foto: Ascom/ HRPT |
Principal
porta de entrada para pacientes de nove municípios, o Hospital Regional Público
da Transamazônica tem na humanização uma das ferramentas mais importantes para
a execução do tratamento de adultos e crianças. No caso de prematuros e
extremamente prematuros, a Redeterapia soma-se a outras iniciativas pioneiras
no interior do Pará, implementadas na unidade. O foco é sempre o bem-estar do paciente,
afirma o coordenador das UTIs Neonatal e Pediátrica, Cleiton Araújo. “O projeto
baseia-se no processo de neurodesenvolvimento do bebê. Através de pesquisas, a
gente visou, idealizou e iniciou a construção dessa etapa de proteção do bebê
prematuro”, explica.
Rede
de sentimentos - A tradição de dormir ou mesmo tirar um pequeno cochilo em rede
é uma prática marcante na identidade paraense. O HRPT levou essa experiência
para dentro da área dedicada ao cuidado de crianças que nascem antes do tempo e
necessitam de atenção especial. O procedimento deu certo imediatamente e
garantiu elogios de mães, como Bianca Consoli. “Está sendo bom e a sensação de
logo ir para casa é maravilhosa. Quando a gente for para casa vai ter uma
redinha esperando” para a filha.
![]() |
| Atividade é acompanhada por profissionais
da UT Foto: Ascom/ HRPT |
A
técnica reproduz o ambiente que serviu de abrigo para a criança durante a
gestação e liga sensores psicológicos. “O posicionamento cuidadoso do
recém-nascido na rede proporciona uma sensação semelhante ao útero materno,
favorecendo segurança, aconchego e organização do sono”, conclui Ana Kátia Menezes.



Nenhum comentário:
Postar um comentário