Medida
é temporária e cautelar
![]() |
| foto: © SÉRGIO AMARAL/STJ |
O
afastamento é cautelar, temporário e excepcional. Nesse período, o ministro não
poderá usar o gabinete, veículo oficial e demais benefícios da função.
Ficou
marcada para 10 de março uma sessão do Pleno do STJ para avaliar as conclusões
da Comissão de Sindicância.
Posição da defesa
Em
nota, os advogados do ministro, Maria Fernanda Saad Ávila e Paulo Emílio Catta
Preta, manifestaram inconformismo com a decisão. Afirmaram que não existe risco
à investigação e também porque o ministro já se encontra afastado para
tratamento médico. Marco Buzzi pediu, nesta terça, afastamento de 90 dias por
motivos psiquiátricos.
A
defesa disse ainda que a medida forma um “arriscado precedente de afastamento
de magistrado antes do crivo do pleno contraditório”. E termina dizendo que as
contraprovas vão permitir a análise serena e racional dos fatos.
Nova denúncia
O
Conselho Nacional de Justiça confirmou que recebeu uma segunda denúncia de
importunação sexual contra Buzzi, caso que também já está sendo apurado pela
Corregedoria Nacional de Justiça.
Nessa
segunda (9), Marco Aurélio Buzzi enviou uma carta aos outros ministros do STJ
para se defender. Ele afirmou que jamais adotou “conduta que envergonhasse a
família ou maculasse a magistratura” e pediu “cautela redobrada na apreciação
das graves acusações”.
Por:
Gabriel Brum/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

Nenhum comentário:
Postar um comentário