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| PETROBRAS/DIVULGAÇÃO |
As
atividades só poderão ser retomadas após a substituição de todos os selos das
juntas dos riser de perfuração.
Essa
estrutura é o tubo que conecta o poço de petróleo, no fundo do mar, até a
unidade de perfuração flutuante na superfície.
O
trabalho de perfuração foi paralisado há 30 dias, por causa de um vazamento de
um fluído, no bloco localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do
rio Amazonas e a 175 km da costa brasileira.
Segundo
a Petrobrás, esse fluído não era do petróleo ou gás que seria extraído, mas um
composto usado para lubrificar a broca de perfuração.
A
Petrobrás afirmou que o vazamento estava dentro dos limites de toxicidade
permitidos pela lei, que o fluído é biodegradável e não oferece danos ao meio
ambiente.
Além
da substituição dos selos, a ANP fez ainda outras exigências para garantir a
segurança, entre elas, o dever de revisar o Plano de Manutenção Preventiva, com
um intervalo menor de coleta de dados da vibração submarina.
Quando
comunicou o vazamento na Foz do Amazonas, no dia 6 de janeiro, a Petrobrás
disse que não havia problemas com a sonda ou com o poço, e que o vazamento do
fluído não oferecia riscos à operação.
Ainda
não conseguimos posicionamento da Petrobras sobre a decisão da ANP.
Por:
Gabriel Corrêa/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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