Trabalhadores
consideraram insuficiente a proposta para o ACT
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| Foto: © FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL |
A paralisação
é nacional e, segundo o coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Norte
Fluminense, Sérgio Borges, há relatos de que o movimento já tem adesão nas
refinarias, plataformas e nas bases administrativas.
Borges
enfatizou que a greve é contra os descontos no fundo de pensão, atrasos nos
salários dos prestadores de serviço, assédios e insegurança nas plataformas.
“Essa
greve é por mais respeito ao trabalhador administrativo, por melhorias no
teletrabalho, pela incorporação dos trabalhadores de Cabiúnas, por um ACT digno
e um plano de cargos isonômico entre todas as empresas do sistema da Petrobras.
São várias as pautas, mas a principal delas é o entendimento que não dá para
ter uma empresa que é a empresa mais lucrativa do Brasil, que mais distribui dividendos,
e aplica uma política de austeridade para os trabalhadores que geram toda a
riqueza dessa empresa. ”
Borges
disse ainda que os 14 sindicatos da Federação Única dos Petroleiros estão
mobilizados e cumprem os trâmites legais previstos na Lei de Greve.
A
Petrobras informou que adotou medidas de contingência para assegurar a
continuidade das operações e que o abastecimento ao mercado está garantido.
Disse também que não há impacto na produção de petróleo e derivados.
Ainda
segundo a estatal, o ACT está em processo de negociação e que, no último dia 9,
a companhia apresentou sua última proposta, que contempla avanços aos
principais pleitos sindicais. E que segue empenhada em concluir a negociação do
acordo na mesa de negociações com as entidades sindicais.
Por:
Cristiane Ribeiro/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional

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