PGR
enviou pedido de reabertura do inquérito ao Supremo
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| © MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL |
A
investigação teve início após o ex-juiz Sergio Moro pedir demissão do cargo de
ministro da Justiça, em abril de 2020, e insinuar interferência na corporação
por meio da troca do então diretor-geral Maurício Valeixo, indicado por ele.
De
acordo com a PGR, Bolsonaro enviou mensagem a Moro em 22 de abril de 2020 e
confirmou que Valeixo seria demitido. No dia seguinte, o ex-presidente
compartilhou uma notícia sobre investigações da PF contra deputados que o
apoiavam.
No
documento enviado ao STF, Gonet afirmou ser "imprescindível que se
verifique com maior amplitude" se houve interferências ou tentativas de
interferências nas investigações apontadas nos diálogos e no depoimento do
ex-ministro, "mediante o uso da estrutura do Estado e a obtenção
clandestina de dados sensíveis".
PF
deve checar ligação com Abin Paralela
Se o
pedido for aceito pelo Supremo, a Polícia Federal deve checar ainda a ligação
da suposta interferência com as investigações sobre a Abin Paralela, propagação
de desinformação e uso da estrutura do Gabinete de Segurança Institucional
(GSI) na trama golpista.
Caberá
ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, analisar a solicitação de
reabertura da investigação.
Não
conseguimos contato com a defesa do Ex-presidente Jair Bolsonaro nem com a
assessoria do senador Sergio Moro.
Por:
Daniella Longuinho/Rádio Nacional
Fonte:
Radioagência Nacional com informações da Agência Brasil

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